Globalización en la postmodernidad: críticas y contribuciones para la enfermería

Antonio Jorge Silva Correa Júnior, Mary Elizabeth de Santana, Gesiany Miranda Farias, Edson Costa Noronha

Resumen

El objetivo de esta reflexión crítica fue el enfoque de globalización, consumo e identidad, como descripto por Zygmunt Bauman, estableciendo nexos con el trabajo, educación y formación en enfermería. Los resultados y la discusión se segmentaron en tres ejes. El primero contempla cómo la globalización está asociada a la flexibilización del trabajo, la mercantilización de la ciudadanía, los derechos y la salud. El segundo eje refleja dentro del itinerario posmoderno la educación y formación de enfermeros con destaque para los conceptos de educación permanente/política y el papel del profesor. El tercer eje consuma momentáneamente las asertivas, al abordar los obstáculos que la enseñanza globalizada alza como la "formación a distancia". En vano, sería disociar fenómenos globales posmodernos de la coyuntura enfrentada por la profesión. Se corrobora para el establecimiento de un pensamiento teórico-socio-identitario desde la formación de enfermería.

Palabras clave

Globalización; posmodernidad; cultura postmoderna; educación en enfermería; bachillerato en enfermería; currículo

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DOI: https://doi.org/10.14198/cuid.2019.53.25





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