Contribuciones de la Etapa Supervisada para la Formación de la Identidad Profesional de las enfermeras

Érika Bicalho Almeida, André Luís Brugger E Silva, Menga Lüdke

Resumen

Objetivo: Describir y analizar las contribuciones de la Práctica Profesional Supervisada para la formación de la identidad profesional del enfermero.

Metodología: se trata de un estudio de investigación cualitativa, descriptiva y exploratoria. Se ha entrevistado a once practicantes de enfermería del octavo y noveno semestres y diez instructores de práctica profesional de dos instituciones de la enseñanza superior, utilizando como escenario de la investigación sus respectivos hospitales universitarios. Las entrevistas fueron tratadas a la luz del análisis de sus contenidos.

Resultados: El ¿por qué somos? y ¿cómo nos hicimos enfermeros?, fueron cuestiones que emergieron a lo largo de la investigación haciendo que volviéramos nuestra mirada hacia el proceso de construcción de la identidad por el practicante de enfermería. Las relaciones entre el ser enfermero, lo que generalmente es idealizado, y la realidad vivida en el ambiente de trabajo apuntan y ayudan a comprender la construcción de la identidad del profesional.

Conclusiones: En la enfermería la identidad profesional se construye dentro de un ambiente de trabajo colectivo, de relaciones entre compañeros (equipo interdisciplinario, paciente y familia) insertadas en situaciones de trabajo, señalados por contratiempos, continuidades y rupturas, éxitos y fracasos. Frente al practicante, el instructor abre las puertas del saber mostrándole el cotidiano del ser enfermero. Este espacio de trabajo ayuda a los practicantes en la definición de uno mismo, como persona y como profesional, contribuyendo, por lo tanto, para la construcción de la identidad profesional.


Palabras clave

Enfermería; Práctica profesional supervisada; Identidad profesional

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DOI: https://doi.org/10.14198/cuid.2017.48.15





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