Aproximaciones entre las antropologías de Cecil Helman y Clifford Geertz

Autores/as

  • Antonio Jorge Silva Correa Júnior Universidade Federal do Pará, Brasil http://orcid.org/0000-0003-1665-1521
  • Raymundo Heraldo Maués Professor Emérito da Universidade Federal do Pará, Brasil
  • Samuel Maria de Amorim e Sá Universidade Federal do Pará, Brasil
  • Helena Megumi Sonobe Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo., Brasil http://orcid.org/0000-0003-3722-0835
  • Mary Elizabeth de Santana Universidade do Estado do Pará (UEPA) e Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal do Pará (UFPA)., Brasil http://orcid.org/0000-0002-3629-8932

DOI:

https://doi.org/10.14198/cuid.2023.65.13

Palabras clave:

antropología de la salud-enfermedad, antropología médica, antropología interpretativa, cecil helman, clifford geertz.

Resumen

Este artículo tiene como objetivo promover la exploración conceptual en la literatura de Antropología Médica o Antropología de la Salud e Interpretativa, reuniendo las perspectivas de Clifford James Geertz y Cecil Helman. El enfoque segmentado de tres ejes refleja algunas perspectivas sobre los conceptos clave de cultura y etnografía. También fue evidente por los impases gene-rados por el esfuerzo académico del sistema médico al estudiar otros sistemas de atención, una clara tendencia a recurrir a generalizaciones, concepción estratigráfica y consensus gentium, típico de la etnografía colonialista, abordando el compromiso ético y la autorreflexividad de investigador como soluciones. Termina con una aproximación entre las teorías de Cecil Helman sobre las causas de la enfermedad y el conocimiento e interpretación de Clifford Geertz de los sentidos, valores, compor-tamientos y conocimiento local. Por lo tanto, creemos que el artículo complementa los debates en el área de etnografía, sentidos de la enfermedad y salud, estandarizados en la Antropología de la Sa-lud-enfermedad.

Financiación

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Abdulrehman, M. S. (2017). Reflections on native ethnography by a nurse researcher. Journal of Transcultural Nursing, 28(2), 152-158.

Alves, P. C. (2015). Itinerário terapêutico e os nexus de significados da doença. Politica & Trabalho, (42).

Alves, P. C., & Rabelo, M. C. (1998). Repensando os estudos sobre representações e práticas em saúde/doença. In P. C. Alves, & M. C. Rabelo (org.), Antropologia da Saúde: Traçando Identidades e Explorando Fronteiras (pp. 107-121). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Relume Dumará.

Assis, C. L., & Nepomuceno, C. M. (2008). Processos culturais: endoculturação e aculturação. Campina Grande, PB: UEPB/UFRN.

Boas, F. (2004). Antropologia Cultural. Rio de Janeiro: Zahar.

Buchillet, D. (1991). A antropologia da doença e os sistemas oficiais de saúde. Medicinas tradicionais e medicina ocidental na Amazônia, 21-44.

Correia, M. C. B. (2009). A observação participante enquanto técnica de investigação. Pensar enfermagem, 13(2), 30-36.

Diniz, D. (1997). O que é isso que chamamos antropologia da saúde no Brasil. Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais, 1(1), 213-234.

Geertz, C. (2001). Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

Geertz, C. (2017). A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC.

Goldman, M. (1999). Alguma Antropologia. Rio de Janeiro: Relume Dumará.

Helman, C. (2006). Why medical anthropology matters. Anthropology Today, 22(1), 3-4.

Helman, C. G. (1991). Limits of biomedical explanation. The Lancet, 337(8749), 1080-1083.

Helman, C. G. (2005). Cultural aspects of time and ageing. EMBO reports, 6(S1), S54-S58.

Helman, C. G. (2009). Cultura, saúde e doença. 5. Ed. Porto Alegre: Artmed.

Langdon, E. J., & Wiik, F. B. (2010). Antropología, salud y enfermedad: una introducción al concepto de cultura aplicado a las ciencias de la salud. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 18(3), 459-466.

Laraia, R. B. (1986). Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Zahar.

Lenardt, M. H., & Michel, T. (2013). As pesquisas em enfermagem e o método etnográfico de Spradley e McCurdy. In Melo, L. P., Gualda, D. M. R., Campos, E. A. (Organização), Enfermagem, antropologia e saúde (pp. 105-146). Barueri: Manole.

Lenardt, M. H., Michel, T., & Pereira De Melo, L. (2011). The nursing ethnographic research into complex societies. Colombia Médica, 42(2), 70-77.

Li, S., Easterby-Smith, M., Lyles, M. A., & Clark, T. (2016). Tapping the power of local knowledge: A local-global interactive perspective. Journal of World Business, 51(4), 641-653.

Loyola, M. A. (1984). Medicina popular. In: Guimarães, R. (Org.), Saúde e medicina no Brasil: contribuição para um debate. Rio de Janeiro: Graal.

Maksud, I. (2015). Doenças/adoecimentos/sofrimentos de longa duração: diálogos das Ciências Sociais com a Saúde Coletiva. Revista de Ciências Sociais - Política & Trabalho, 1(42).

Malinowski, B. (1978). Os Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Abril Cultural.

Maués, R. H. (1990). Doenças naturais e não-naturais: causas. In Maués, R. H. A Ilha Encantada – Medicina e Xamanismo numa comunidade de pescadores (pp. 35-64). Belém: Universidade Federal do Pará.

Minayo, M. C. S. (1998). Construção da identidade da antropologia na área de saúde: o caso brasileiro. In: Alves, P. C., & Rabelo, M. C. (orgs.), Antropologia da saúde: traçando identidade e explorando fronteiras [online] (pp. 29-46). Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ.

Nilson, C. (2017). A journey toward cultural competence: The role of researcher reflexivity in indigenous research. Journal of Transcultural Nursing, 28(2), 119-127.

Oliveira, R. C. (1998). O trabalho do antropólogo: Olhar, ouvir, escrever. In: Oliveira, R. C. O trabalho do antropólogo (p. 17-35). São Paulo: UNESP.

Queiroz, M. D. S. (1980). Estudos sobre medicina popular no Brasil. Religião e Sociedade, 5, 241-50.

Renedo, A., & Marston, C. (2015). Developing patient-centred care: an ethnographic study of patient perceptions and influence on quality improvement. BMC health services research, 15(1), 122.

Rising, M. L. (2017). Truth telling as an element of culturally competent care at end of life. Journal of Transcultural Nursing, 28(1), 48-55.

Roberts, L. R., Jadalla, A., Jones-Oyefeso, V., Winslow, B., & Taylor, E. J. (2017). Researching in collectivist cultures: Reflections and recommendations. Journal of Transcultural Nursing, 28(2), 137-143.

Santos, J. L. (1996). O que é cultura. 14ª ed. São Paulo: Brasiliense.

Van der Geest, S. (2014). Medical anthropology. The Wiley Blackwell encyclopedia of health, illness, behavior, and society, 1313-1324.

Wawzyniak, J. V. (2009). Agentes Comunitários de Saúde: Transitando e atuando em diferentes racionalidades no rio Tapajós, Pará, Brasil. Campos-Revista de Antropologia, 10(2).

Estadísticas

Estadísticas en RUA

Publicado

31-03-2023

Cómo citar

Correa Júnior, A. J. S., Maués, R. H., Sá, S. M. de A. e, Sonobe, H. M., & Santana, M. E. de. (2023). Aproximaciones entre las antropologías de Cecil Helman y Clifford Geertz. Cultura De Los Cuidados, 27(65), 158–168. https://doi.org/10.14198/cuid.2023.65.13